Reflexões no âmbito da exposição "Matéria Luminal"

Reflexões no âmbito da exposição "Matéria Luminal"
21/11/2021
- 19/12/2021
Horário: 
17:00
Preço: 
Conversas
0,00 €
Reflexões no âmbito da exposição "Matéria Luminal"
21/11/2021
- 19/12/2021
Horário: 
17:00
Preço: 
Conversas
0,00 €
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Uma série de três palestras nas quais são abordadas temáticas em torno da luz, indagando os seus múltiplos sentidos, enquanto matéria e meio de expressão plástica e visual, mas também como motivo fértil em ressonâncias históricas, poéticas e simbólicas.

21 de novembro às 17h00 – Pedro Lapa

sem sol 

Nesta conferência, procurar-se-á traçar um percurso através de obras de artistas como Robert Delaunay, László Moholy-Nagy, Dan Flavin, Alexandre Estrela e Hito Steyerl sobre diferentes tratamentos da luz. Da complexidade da sua representação à sua produção e apresentação, a materialidade da luz e a ausência enquanto ritmo ou a sua ubiquidade entre o jogo, a vigilância e a virtualização do mundo são alguns temas suscitados pelas obras destes artistas que serão debatidos e confrontados.

Pedro Lapa é professor de História e Teoria da Arte na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi diretor artístico do Museu Coleção Berardo e anteriormente do Museu Nacional de Arte Contemporânea — Museu do Chiado. Foi também curador da Ellipse Foundation.
De entre as suas principais publicações destacam-se Joaquim Rodrigo, a contínua reinvenção da pintura (2016); História e Interregnum. Três obras de Stan Douglas (2015). Comissariou muitas exposições, sendo as mais recentes: Joana Escoval, Mutações… The Last Poet, 2020; André Romão, Fauna, 2019.

 

28 de novembro às 17h00 – Maria Filomena Molder

A lua, o sol, as estrelas, o fogo

Se o nosso olhar é amigo das aparências e o ponto de vista terrestre não pode deixar de ser ptolemaico, desde há muito que os seres humanos tentaram exceder o ponto de vista terrestre, e aí a imaginação, amiga de desfazer, foi e continua a ser a boa conselheira. É ela que nos providencia o vislumbre do eterno eclipse.
Nos vários céus do Paraíso, não há sombras, que abundam no Inferno e no Purgatório. Nestes últimos lugares, o corpo vivo de Dante não é uma sombra, produz sombras. Já no excesso luminoso do Paraíso os seus olhos não resistem e cegam várias vezes.
Para o fogo a assistência virá sobretudo de Herberto Helder.

 

19 de dezembro às 17h00 – João Mário Grilo

 

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